De Fco Mendes
O vício da religião
O vício da religião ou febre do poder provoca no ser
humano um fanatismo ilimitável que não mede consequências e diverge suas
próprias barreiras. Indivíduos, que se acham bem aventurados e propensos dos
seus dotes, mandam, julgam e condenam em suas próprias igrejas, suas tribunas
são infalíveis e se alguma coisa dá
errada, seu legado é a própria bíblia, com isso se tornam invencíveis e acima
de quaisquer suspeitas.
Injustiças vêm sendo cometidas desde o tempo em que se
firmou o conceito religião, iniciando mundialmente conhecida pela morte de Cristo, cuja mesma foi uma das
maiores cometidas na terra, pois ele não havia se quer cometido nenhuma
infração contra a qualquer lei, mas, a politicagem religiosa dos poderosos,
reis e faraós, o fez com que se transformasse em um maior dos perigos para
a terra.
Injustiças e mais injustiças vêm sendo cometidas até hoje e até em um
futuro indefinido, enquanto a humanidade se fizer posta à terra especuladores religiosos explorarão seus fies
demonstrando poder e soberania sobre os mesmos, os quais jamais os confrontarão
e desrespeitarão suas regras mesmo sendo elas não alienadas às regras gerais
conceituadas à religião ou seita predominante.
Indivíduos sentem-se fortes e privilegiados para comandar
multidões, transformando-se em verdadeiros Deuses e mantendo todo o domínio
sobre pessoas, que ao segui-los terão que compactuar com opiniões, restrições e
conceitos jamais individuais que não sigam à bíblia segundo eles. Esta política religiosa vem crescendo demograficamente
em surto muito grande, o evangelismo se propaga em dimensões faraônicas,
criando novas religiões e seitas com doutrinas indiscriminadamente patéticas. O
que lhes interessa na verdade são; números, multidões de seguidores, a todos
prevalece aquele velho e famoso dito - enquanto
mais cabras mais cabritos – ‘dito nordestino’, creio eu, daí que então cresce seu poder de domínio como
religioso e então seu fortalecimento vem
à tona e firma-se nesta base achando-se como o onipotente, e começam a
aglomerar economias para o fortalecimento da igreja e principalmente, de si
próprio.
Hoje em todo mundo, em todos os países têm-se destacado
grandes patrimônios religiosos providos de fies e doações astronômicas, em
alguns países até livres dos impostos, assim como o nosso, onde também temos os
nossos destacados. como:
Já a católica não
deixa por menos, também tem lá suas
ganâncias destacando-se mais ainda como a maior, a mais poderosa, a mais
imbatível e mundialmente oficial, sua história data de berços mais antigos, desde os tempos de Constantino,
de onde nasceu o império religioso de Roma, e que até hoje, pelo visto não
mudou nada, continuam perseguindo o mesmo objetivo que é o domínio e o poder,
mesmo que não seja o poder moral, mas, econômico
O Vaticano tornou-se em um estado livre, localizado dentro de um país onde o próprio papa é o chefe de estado.
Este império já sente ameaças de um fim, pois a igreja terá que mudar algumas regras. A mesma tem passado por grandes crises morais e até econômicas e ver-se agora tendo que fazer mudanças radicais para continuar em sua prevalecente permanência
0 comentários:
Não deixe de fazer o seu comentário, por favor
Sua opinião é muito importante