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Os perigos da internet


Com apenas seu email ou número de telefone, qualquer um pode ter acesso a dados como o histórico de ligações no seu celular e suas mensagens de WhatsApp.



No site Cartório Virtual, que está sob investigação do Ministério Público de São Paulo, essas informações custam R$ 1.000 e R$ 4.000, respectivamente, segundo o promotor de justiça Cassio Roberto Conserino, responsável pela acusação.


Para o proprietário do site, o tabelião Marcelo Carvalho, não há nenhuma irregularidade no serviço. "Tenho contratos assinados e parcerias que me permitem fazer isso", disse, afirmando possuir autorização para fazer a quebra de sigilo.


Já Conserino argumenta que a página comete ilegalidades. "Esse tipo de informação só pode ser obtida com autorização judicial em investigações criminais", afirma o promotor, que diz ter entrado em contato com companhias telefônicas pedindo investigações internas. "Há chance de que existam infiltrados que vazam os dados.


Tudo Sobre Voçê


Outro site de venda de dados pessoais é alvo de investigação. A página "Tudo sobre Todos" disponibiliza a data de nascimento, o endereço e o nome de parentes e vizinhos da pessoa buscada —para isso, basta digitar seu nome ou CPF.


Para acessar as informações detalhadas, é preciso comprar créditos no site, adquiridos por meio de bitcoins. No entanto, algumas pistas sobre a localização da pessoa já estão disponíveis gratuitamente: ao digitar seu CPF, a reportagem da Folha encontrou uma área de cerca de 1 km² ao redor de sua residência.


Obs:.Encontra-se fora do ar, no momento

Tudo sobre todos, outro site que sabe tudo de você, sua localização, suas origens e muito mais, portanto está difícil de se esconder até mesmo de inimigos ou pessoas de má fé




Veja na íntegra em: FOLHA
DNS


O que é isto? o que significa?



S igla americana (Domain Name System)
traduzindo para o brasileiro (Sistema de Nomes de Domínios)

Existem duas formas de acessar uma página na internet: pelo nome de domínio ou pelo endereço IP dos servidores nos quais ela está hospedada. Para que você não precise digitar a sequência de números no navegador sempre que quiser visitar um site, o DNS faz o trabalho pesado de traduzir as palavras que compõem a URL para o endereço IP do servidor.
Cada servidor possui um endereço IP único, logo, cada domínio leva a um IP específico. Por isso, não é possível ter dois sites diferentes com URLs iguais. Do contrário, diversos endereços diferentes poderiam encaminhar você para o mesmo site.
Texto extraído do Site Tecmundo

Bem, a falta deste sistema provoca uma brusca queda de velocidade na internet, pois é, isto vem acontecendo ultimamente com o Facebook, Youtube, blogs e sites que você tem acessado nestes dias para cá, as operadoras de internet têm sofrido levando a culpa por tudo isso, não estou aqui as defendendo, mas, desata vez, a culpa foi do velho mestre, o chefe de tudo (Google).



Não seu se por falta ou excesso de política, no Brasil, o google retirou este sistema para nós e agora estamos com um abacaxi a descascar, afinal no Brasil  só o que temos, é abacaxi

Salvo engano, isto estava previsto no Marco Civil da Internet, reduzir a velocidade da mesma, então está claro, a internet brasileira sofre sua primeira consequência, graças às leis que tendem a prejudicá-la

O fato é que ficamos com a internet mais cara do mundo e também a mais lenta, esta é a nova realidade do Brasil, Este video ensina como melhorar um pouco sua conexão
De Fco Mendes 19/05/14

Marco Civil da Internet: o que é isso?
Por que tantas exigências?
Tanta pauta; para quê?

O projeto de lei que cria o Marco Civil de Internet está na Câmara desde 2011. Já apresentado como a “Constituição da Internet” estabelece, em linhas gerais, princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil. A proposta voltou a ter destaque em 2013 depois das denúncias de espionagem protagonizadas pela Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA).


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O Marco Civil voltou ao centro dos debates neste ano em razão dos desentendimentos entre o PT e parte do PMDB, insatisfeita com a aliança com o governo federal. O pivô dessa crise, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que já se manifestava contrariamente ao Marco Civil, ameaça impor uma derrota ao governo ao tentar derrubar o projeto e votar um texto alternativo, que desagrada o Planalto. Cunha é líder do PMDB na Câmara e diz contar com apoio de outras siglas, o chamado “blocão”.
Abaixo, os principais pontos do Marco Civil da Internet:

• Neutralidade da redeO que é: Princípio que determina que todos os pacotes de dados que circulam pela rede devem ser tratados igualmente, sob a mesma velocidade



O que diz o Marco Civil: Diz que as operadoras de conexão são obrigadas a cumpri-lo e não podem criar categorias preferenciais entre os usuários da rede. Especifica exceções (sob regulamentação futura), mas as teles dizem que vai isso encarecer o serviço. Criadores da proposta defendem que isso garante acesso democrático à rede.
O que isso significa para o usuário: A neutralidade garante que todos terão acesso a todos os serviços; sem ela, pode-se cobrar mais por aplicações que usam mais banda.
• Privacidade (guarda de dados)O que é: A guarda de registros (logs) se refere à conservação de dados sobre data, horário e duração de acesso à internet e serviços.



O que diz o Marco Civil: Proposta estabelece que operadoras devem guardar logs por um ano; provedores de apps guardam se quiserem.
O que isso significa para o usuário: Há quem defenda que não se deveria registrar nenhum tipo de dado sob o argumento de que seria prejudicial à privacidade.
• Responsabilidade por conteúdoO que é: Quando um conteúdo ilegal é colocado em uma aplicação (como o Facebook ou Google, por exemplo), o serviço pode removê-lo ou receber ordem judicial para tal.
O que diz o Marco Civil: Propõe que a notificação para retirada de conteúdo seja feita exclusivamente “pelo ofendido ou seu representante legal”.
O que isso significa para o usuário: Blogs, vídeos e fotos são tirados do ar arbitrariamente; saber a quem recorrer nesses casos (e principalmente nos casos procedentes, no qual há ofensa) é fundamental



Internet livre para todos

Veja também:


  1. Marco Civil não pode esperar mais um ano

  2. Há desconhecimento sobre a rede?

  3. Apenas as operadoras são contra à neutralidade?

  4. Marco Civil: há pontos de retrocesso?

  5. Relator apresenta novo texto do Marco Civil


Aumenta preocupação com robôs assassinos

Natalio Cosoy - BBC - 11/02/2014
Aumenta preocupação com robôs assassinos
"É uma ofensa à dignidade humana que existam pessoas submetidas à violência por decisão de uma máquina, ou que estejam sujeitas à ameaça do uso da força por parte de uma máquina," diz Mark Gubrud. [Imagem: Arquivo pessoal]
Há mais de duas décadas, Mark Gubrud, pesquisador do Programa sobre Ciência e Segurança Global da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, luta pela criação de regras para o controle de armas robóticas autônomas.
Ele é membro do Comitê Internacional para o Controle de Armas Robóticas (CICAR), um grupo de ativistas, acadêmicos e intelectuais do mundo todo que tenta conseguir a proibição do uso de robôs que podem matar sem a interferência humana - ou robôs autônomos letais.
A última preocupação deste grupo é um lançamento de uma companhia de armamentos britânica BAE Systems: o avião de combate autônomo Taranis.
Nesta semana, a BAE Systems divulgou imagens dos primeiros voos do protótipo do Taranis, realizados em 2013. A aeronave não-tripulada é capaz de realizar missões intercontinentais, é difícil de detectar e pode atacar alvos no ar e em terra.

A privacidade na web é uma ilusão


Homem protesta do lado de fora de complexo do Exército norte-americano na Alemanha FOTO: Kai Pfaffenbach/ReutersResponsável por elaborar relatórios de cibersegurança para Obama diz que é impossível evitar o monitoramento



SEUL – Diretor do Centro Internacional de Estudos Estratégicos (CSIS, na sigla em inglês), James Lewis já liderou a produção de uma série de relatórios sobre segurança na internet para o presidente americano Barack Obama. Considerado um dos maiores especialistas em cibersegurança do mundo, é autor de mais de 90 publicações sobre assuntos relacionados ao tema.


Em entrevista exclusiva ao Link no mês passado, durante a Conferência de Cibersegurança em Seul, na Coreia do Sul, Lewis falou sobre o escândalo da espionagem norte-americana, afirmou que todos os países possuem algum tipo de vigilância, que o Brasil não é defensor da democracia e que a privacidade na internet é uma ilusão. Confira os principais trechos:
O Brasil defende um modelo descentralizado de regulação da internet. É a melhor opção?
Quando o modelo de regulação atual foi decidido, a maioria dos usuários da internet eram americanos. Hoje não é mais assim. As instituições criadas na época precisam se tornar globais. Esperamos que o Brasil se coloque ao lado da liberdade de expressão e defenda a internet aberta.
Muitos dizem que todos os países já sabiam sobre a espionagem. Se isso é verdade, por que continuamos tão vulneráveis? 
Os especialistas sabiam, mas o grande público não. E ele não entende quão vulnerável está na web. A internet é totalmente insegura. Enviar um e-mail é como mandar um cartão postal, as informações estão abertas. A privacidade é uma ilusão. E o (Edward) Snowden acabou com essa ilusão.
Essa espionagem é uma forma de ciberguerra?
Não. A espionagem é comum. Sempre falei com outros países sobre esse assunto e não encontrei nenhum que não estivesse engajado em algum tipo de espionagem. Tenho quase certeza que o que o Brasil faz tem foco doméstico. Não me surpreenderia descobrir que países da América do Sul espionam uns aos outros. Alguns documentos do Snowden mostram a inteligência de outros países. Eles vão aparecer e reformular o debate.
  1. O Brasil tomou medidas contra a espionagem como criar um serviço de e-mails nacional e comprar um satélite. Funciona?
  2. O que Brasil deveria fazer?
  3. Qual a maior preocupação dos EUA em relação ao Brasil?






Quem lucra com a espionagem digital


Nova publicação traz brochuras, contratos e metadados sobre os principais atores da indústria privada da vigilância global.
As revelações de que a presidenta Dilma Rousseff tornou-se um alvo direto da vigilância da NSA, a Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos, acenderam um alerta de emergência no alto escalão do governo.
Documentos vazados por Edward Snowden, ex-analista da CIA (Agência Central de Inteligência), mostram que a espionagem tem como foco números de telefone e e-mails, além do rastreamento do IPs por meio de softwares como o “DNI selectors”, capazes de fazer uma varredura por todos os dados de navegação de um usuário na internet, incluindo seus e-mails.
Mesmo depois de o vazamento de documentos secretos da NSA jogar luz sobre a espionagem massiva realizada pela agência de segurança norte-americana, continuam nas sombras as empresas que fabricam e vendem essas tecnologias de vigilância e fazem lobby para o seu uso. Não há nenhuma estimativa que mostre o tamanho desse mercado. Sabe-se que apenas a área de spyware – um software-espião instalado sorrateiramente no computador – movimenta US$ 5 bilhões, e tem potencial para crescer cerca de 20% ao ano.
Segundo levantamento do jornal The Washington Post, o “black budget”, o orçamento destinado aos serviços de inteligência do governo dos Estados Unidos, soma US$ 52,6 bilhões ao ano – mais de 68% disso vai para a CIA, a NSA e o NRO (Escritório Nacional de Reconhecimento, órgão responsável por desenvolver, construir e operar satélites de reconhecimento). O valor reservado para as áreas de inteligência e vigilância dobrou em relação a 2001. A maior parcela de gastos é com coleta, exploração e análise de dados. Apenas a CIA tem um gasto previsto de US$ 11,5 bilhões para coleta de dados em 2013. As empresas contratadas são mantidas em segredo.

Quem lucra com tanta vigilância

Mas quem são as empresas que fabricam e vendem a tecnologia que permite tamanha vigilância digital e fazem lobby para o seu uso? Algumas informações vêm à luz hoje, com a nova publicação do WikiLeaks, uma continuação do “Spy Files”, publicado em 2011.
São 249 documentos de 92 empresas de vigilância, entre brochuras, contratos e metadados referentes a alguns dos principais empresários do ramo. “A publicação Spy Files 3 faz parte do nosso compromisso contínuo de jogar luz nessa indústria obscura de vigilância.
E a base de dados do Spy Files continuará a crescer, tornado-se um recurso para jornalistas e cidadãos, detalhando as condições orwellianas sob as quais levamos nossas vidas supostamente privadas”, diz Julian Assange. Além da Agência Pública, outro 18 veículos internacionais são parceiros na publicação, incluindo Pagina 12, da Argentina, La Jornada, no México, e o canal RT, da Rússia.
Os documentos mostram, por exemplo, que empresas como Glimmerglass e Net Optics oferecem tecnologia para “grampear” o tráfego de dados em cabos ultramarinos de fibra ótica. Outras empresas fornecem equipamentos sofisticados de gravação e reconhecimento de voz, além de softwares que analisam diversas gravações ao mesmo tempo; outras permitem analisar diversos materiais (vídeos, fotos, gravações) simultaneamente.
Há ainda empresas que se especializam em descobrir falhas em sistemas operacionais e vendem essas “dicas” a governos – eles podem, com essa informação, hackear um computador “alvo”. Outras empresas vendem tecnologias que permitem monitorar a atividade online de ativistas e manifestantes.
Muitas delas vendem tecnologia para diversos órgãos do governo americano, como a Cyveillance, pertencente à empresa QinetiQ, usada pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos para monitorar a rede 24 horas por dia. E muitas já têm forte presença no Brasil, seja vendendo tecnologia e serviços para empresas como Vale e Petrobras, seja abocanhando contratos de vigilância para a Copa do Mundo e a Olimpíada. Por conta dos megaeventos – e das manifestações de junho – o Brasil tem se tornado um mercado prioritário para essas empresas de vigilância.

Uma indústria nas sombras

“Confidencialidade é essencial para o negócio de segurança”, diz o site da empresa alemã Elaman, uma subsidiária do grupo Gamma Group, um dos mais famosos grupos que vendem tecnologias para vigilância digital na rede. Famoso não por iniciativa própria, mas por ter se envolvido em diversos escândalos recentes, o Gamma está sendo investigado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) por ter tido alguns dos seus softwares espiões usados contra ativistas no Bahrein.
Seu principal produto, o software-espião FinFisher, infecta computadores para capturar informações, enviadas a uma central interceptadora. Pesquisadores da Universidade de Toronto descobriram servidores de monitoramento do FinFisher em 36 países – incluindo Turquia, Paquistão, Panamá, Etiópia, Malásia, Qatar e Vietnã. Também encontraram o spyware “disfarçado” do navegador Mozilla Firefox, uma isca para levar “alvos” a fazer o download em seus computadores.
O diretor da Gamma – que tem sedes na Alemanha e na Inglaterra –, Martin J. Muench, reafirmou que a empresa coopera com as regulações dos dois países e que o produto teria sido roubado durante uma apresentação. Segundo o executivo, uma cópia do software foi feita no evento e, depois, o spyware foi modificado e usado em outras partes do mundo.
O vazamento do WikiLeaks, porém, mostra que os executivos da Gamma teriam viajado recentemente para países com governos autoritários, como Guiné Equatorial, Turcomenistão, Malásia, Egito e Qatar. Contratos indicam ainda que a empresa negociou o fornecimento de componentes de software e hardware para Omã, num projeto que seria chamado de “sistema de monitoramento para i-proxy”, em parceria com a empresa alemã Dreamlab. A mesma Dreamlab chegou a negociar um sistema de monitoramento semelhante com o Turcomenistão.
Outras empresas de peso do setor também fornecem software para governos repressivos pelo mundo, como mostra um mapa desenvolvido pela agência de notícias Bloomberg em 2010. Mais de dois anos depois, o vazamento do WikiLeaks mostra que executivos dessas empresas continuam a visitar países do Oriente Médio, incluindo Emirados Árabes, Líbano, Qatar e Kuait.“A indústria de vigilância caminha de mãos dadas com governos de todo o mundo para permitir a espionagem ilegítima dos seus cidadãos.
Com pouca fiscalização e nenhuma regulação, essa ampla rede de espionagem envolve a todos nós contra a nossa vontade e, geralmente, sem o nosso conhecimento”, explica Assange.

Quem é quem

Glimmerglass e Net Optics oferecem tecnologias para “grampear” tráfego de conexões de até 10 Gbps, motitorando informação em tempo real. A principal tecnologia da Glmmerglass, do vale do Silicio, o CyberSweep (algo como “cibervarredura” em português), serve para interceptar o sinal em cabos de fibra ótica. Com isso, é capaz de selecionar, extrair e monitorar todo e qualquer tipo de dado que trafega pelos cabos, como vídeo, áudio e ligações de celular e telefone fixo, entre outros.
Também consegue fazer a sondagem de conteúdo do Gmail, Yahoo!, Facebook e Twitter. Esse tipo de tecnologia é usado por agências nacionais de segurança nacional.Segundo ativistas emfavor da privacidade na rede, a Glimmerglass deve ser fornecedora de tecnologia de monitoramento para a NSA
Mas o setor das empresas de vigilância e segurança digital não se resume à interceptação de dados. Um exemplo é a Vupen, que identifica falhas em sistemas de segurança de internet e revende essas informações para governos e grandes corporações.
Como diz o próprio CEO da empresa, Chaouki Bekrar, em livreto de propaganda :
A NSA gastou US$ 25 milhõe este ano com este tipo de serviço, segundo o levantamento do Washington Post.
A Agnitio, uma empresa privada espanhola, é líder em fornecer programas de leitura biométrica de voz a setores de diversos governos e empresas ao redor do mundo, em mais de 35 países. A tecnologia da Agnitio pode reconhecer a voz de um suspeito em tempo real, rastreando milhões de ligações e sem deixar rastros do grampo. Outra que atua na área da biometria é a Human Recognition Systems.
A empresa oferece uma variedade de tipos de reconhecimento biométrico que vão desde a análise de padrões (íris, tamanho dos membros do corpo, etc) até a análise de comportamento e de padrão de veias humanas. Essas tecnologias seervem tanto para garantir a identificação de um funcionário ao acessar documentos privilegiados, até ser usada em checkpoints em locais de guerra para determinar se um habitante do país é “insurgente ou um civil inocente?”, como mostra a brochura institucional”
Algumas dessas empresas também possuem escritórios ou estão presentes no Brasil por meio de parceiras. Das que aparecem nos documentos vazados pelo WikiLeaks, 16 têm ligação com o Brasil. Dentre essas, nove têm escritórios subsidiários aqui.
É o caso da Autonomy, que em 2011 foi comprada pela gigante HP, e que, em 2010, vendeu seu programa de análise de dados IDOL para o Banco do Brasil .
O IDOL monitora e rastreia vários tipos de informação coletados por uma empresa ou governo. Ao buscar uma palavra-chave, o sistema irá rastrear registros de reconhecimento facial, gravações de áudio e vídeo, todos os tipos de dados disponíveis e até a análise comportamental para produzir um monitoramento unificado.
Outras empresas, como o i2 Group, comprado por outra gigante, a IBM, possui empresas brasileiras parceiras que mediam a contratação de tecnologias. Através da Tempo Real Group, a empresa fechou contratos com a Controladoria-Geral da União, o Ministério Público Federal e organizações de segurança, como a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. A empresa desenvolve softwares de coleta e análise de informações

Gigantes da tecnologia também apostam na vigilância

O mercado em torno da análise qualificada de grandes bases de dados, o chamado big data, está em franca expansão. Para se ter ideia, analistas estimam que, em 2015, cerca de 4,4 milhões de pessoas estarão trabalhando nessa área . E um dos ramos que mais se beneficia disso é a vigilância eletrônica.
Atentas ao potencial lucrativo desse nicho de mercado, empresas como a IBM e a HP já investem na compra de empresas especializadas no desenvolvimento desse tipo de tecnologia.
Em 2011, a HP anunciou a compra da Autonomy, uma empresa inglesa líder no campo de “desenvolvimento de softwares que ajudam organizações do mundo inteiro a entenderem o significado por trás da informação” . Como? Um time de analistas varre conteúdos de emails, documentos, fotos, redes sociais e outros tipos de mídia, atrás de informações relevantes, de acordo com a demanda do cliente. Segundo o site, organizações como KPMG, Philips, Oracle e T-Mobile já utilizaram os serviços da Autonomy, além de órgãos de governo, como o Parlamento inglês, o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos e também o Banco do Brasil, que adotou o uso do software IDOL, desenvolvido pela empresa inglesa, em 2010 .
Fundada em 1996, a Autonomy está presente em três continentes, com uma lista de mais de 65 mil usuários mundo afora, além de 400 parceiros de produção e 400 parceiros de revenda de produtos, que incluem grandes empresas como Adobe e Novell. Há suspeitas de que a Autonomy tenha inflado dados de faturamento e receita para favorecer a compra pela HP .
A IBM também tem investido – e faturado – com o mercado de vigilância desde que, em 2011, anunciou a compra da i2 Limited, empresa inglesa de análise dados de segurança. A i2, que foi fundada em 1990, diz ter colaborado diretamente com a localização de Saddam Hussein, em 2003: as forças americanas utilizaram um dos seus softwares para rastrear o paradeiro do ex-ditador iraquiano.
Com mais de 4.500 clientes em cerca de 150 países, a i2 oferece tecnologia para “combater insurgência e terrorismo, e garantir a segurança nacional” . Organizações como a Interpol, FBI e OTAN utilizam os softwares da subsidiária da IBM para rastrear grandes quantidades de dados provenientes da internet, chamadas telefônicas e dados bancários e “coletar, integrar, analisar, visualizar e distribuir informações” a fim de interceptar indícios de atividade criminosa.
No Brasil, a Tempo Real Group, uma das distribuidoras da i2, presta serviços para diversos clientes, como Agência Nacional de Petróleo (ANP), Banco do Brasil, Bradesco, Controladoria-Geral da União, Ministério Público Federal, Ministérios Públicos do Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná, Polícias Civis do Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo, Polícia Federal, Procuradoria-Geral da República e Receita Federal. O produto? Softwares de rastreamento e processamento de dados para fins diversos, que vão do combate à corrupção e investigação de fraudes à interceptação de crimes que coloquem em risco a segurança nacional Leia mais na 

Dilma pede urgência para votação do Marco Civil da Internet


Espionagem americana, uma mão na roda para implantar a lei que manipula a internet, um excelente pretexto para calar a boca dos internautas brasileiros que incomodam os políticos. Quando o cometa atinge os chefes, eles logo manipulam sua calda, aprimorando assim o seu novo rumo, evitando constrangimentos relevantes àqueles que se dizem chefes da democracia, cuja mesma é apenas uma faixada.
De Fco Mendes 12/09/2013  


Em função das novas denúncias de monitoramento dos EUA contra o Brasil, a presidente Dilma Rousseff pediu urgência ao Congresso para a votação do Marco Civil da Internet. Segundo reportagem do jornal Folha de São Paulo, a presidente, anteontem, comandou uma reunião com os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça), Luís Inácio Adams (Advocacia-Geral da União), Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Paulo Bernardo (Comunicações) e com o relator do Marco, deputado Alessandro Molon (PT-RJ).

No encontro, a presidente tomou conhecimentos das linhas gerais do projeto e pediu empenho para a votação da proposta, que está parada há um ano na Câmara. Segundo interlocutores, a presidente quer garantir no Marco proteção à privacidade e à neutralidade da rede (segundo a qual não pode haver discriminação entre os usuários).
As informações são do jornal Folha de São Paulo.
Veja também:
FONTE



Conheça e evite os 25 erros mais comuns no uso do e-mail 

Cuidados básicos e iniciativas simples para evitar erros comuns ao tratar com e-mails podem melhorar o seu desempenho e garantir a segurança da sua máquina e até mesmo da rede da empresa ou escola. O gerenciamento adequado das contas, o cuidado na hora de enviar a mensagem, saber reconhecer e evitar e-mails fraudulentos e programas maléficos e alguns cuidados para manter os hackers longe da sua máquina são importantes para a sua tranqüilidade e para a segurança do sistema.


Pensando no usuário ainda iniciante, ou menos acostumado com estes cuidados, o site ITSecurity, em um artigo, aponta os 25 erros mais comuns ao se trabalhar com e-mail, e o que se deve fazer para evitá-los. Confira!

A - Gerenciamento adequado das contas

Erro 1: usar apenas uma conta de e-mail
Muitas pessoas pensam no e-mail como seu endereço de casa: um endereço, um e-mail. A verdade é que o e-mail deve ser como o molho de chaves: cada uma tem sua função. Uma boa dica para o usuário é ter no mínimo três contas: uma somente para o trabalho, uma pessoal e outra para uso genérico e

Após danificar computadores brasileiros, Microsoft libera nova atualização do Windows 7

A falha inutilizava os PCs brasileiros

   

Segundo a empresa, isso acontecia em razão da atualização KB2823324 contida no pacote. Agora a Microsoft colocou para rodar a KB2840149 que, segundo Dustin Childs, que é gerente de comunicação da Microsoft, onde têm os mesmos riscos da atualização anterior, mas sem falhas.

Conheça e evite os 25 erros mais comuns no uso do e-mail
De Blogfcom

Cuidados básicos e iniciativas simples para evitar erros comuns ao tratar com e-mails podem melhorar o seu desempenho e garantir a segurança da sua máquina e até mesmo da rede da empresa ou escola. O gerenciamento adequado das contas, o cuidado na hora de enviar a mensagem, saber reconhecer e evitar e-mails fraudulentos e programas maléficos e alguns cuidados para manter os hackers longe da sua máquina são importantes para a sua tranqüilidade e para a segurança do sistema.

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                                       A internet nos dias de hoje 

Muitas pessoas, ou melhor, a maioria usam; facebook, Orkut, MSN, netlog e enfim, os sites de redes sociais para um lazer, jogando, brincando com aplicativos e outras coisinhas mais, já outros usam para fins mais promissores como: citação de poemas, trabalhando a própria sapiência e fazendo coisas incríveis com sua própria capacidade de criar. Hoje a internete nos traz muitas coisas, entre boas e ruins, mas com certeza se escolhermos as boas teremos muito mais vantagens, eu por exemplo, agradeço muito a alguns amigos que manifestam-se com a sua energia e o seu potencial incrível de fazer algo interessante e de proveito, algo que possa ajudar em muito às pessoas que componhem o seu ciclo de amizade.
Agradeço àqueles que enviam algo instrutivo e interessante, coisas de proveito que ajudem bastante à educação e ao entretenimento sadio, agradeço também aos fazendeiros que procuram coisas tomam emprestado e perdem o seu precioso tempo com procedimentos efêmeros, mas prazerosos e que em muitas vezes distraem e até alegram pessoas que necessitam, em muito, driblar a solidão
Um abraço a todos 



    Sempre alerta: conheça os vírus e malwares que tiveram destaque em 2012


Flame, Flashback, Blackhole e Zeus entraram para a lista das maiores ameaças do ano feita pela empresa de segurança Panda Labs. 


O laboratório de segurança Panda Labs, da empresa de antivírus Panda Security, divulgouna quinta-feira (27/12) uma lista com os vírus que se destacaram ao longo de 2012.
"Como sempre, em vez de um ranking com os vírus que mais se espalharam ou os que causaram mais infecções, escolhemos simplesmente alguns dos que, por uma razão ou outra, se destacaram do restante", disse a empresa.
Segundo o relatório "Virus Yearbook 2012", essa foi uma seleção difícil, considerando as mais de 24 milhões de novas ameaças identificadas ao longo do ano.
  • Police virus: segundo o relatório da Panda Labs, esse malware foi o responsável pelas maiores dores de cabeça dos departamentos de TI em 2012. O Police virus é um típico ransomware. Ele exibe uma mensagem aos usuários dos computadores infectados, afirmando ser do departamento de polícia. A máquina é bloqueada e o motivo seria o suposto download com material ilegal realizado a partir daquele PC. Para liberar os arquivos, a vítima é obrigada a pagar uma multa. Versões mais recentes da ameaça utilizam, inclusive de artifícios, como mostrar imagens tiradas pela câmera embutida na máquina, para fazer com que o ataque seja mais realista.
  • Koobface: o principal objetivo desse malware é espalhar mentiras pelas plataformas sociais com a intenção de infectar usuários. Um exemplo foi uma mensagem de que o Presidente Barack Obama teria sido atacado por alguém que o insultou racialmente. Essa história pode não ter chegado aos usuários brasileiros - ou ter afetados alguns poucos - mas isso não diminui o seu risco. A Panda Labs sugere que todos os usuários de redes sociais fiquem atentos às histórias sensacionalistas que se espalham pela rede: "esse é o truque favorito dos cibercriminosos". 



Conheça alguns vírus para celular que ficaram famosos


Primeiro vírus para celular é de 2004 e atacava Symbian

Maioria dos ataques assina serviços pagos


Leia mais sobre o assunto clicando neste link


http://glo.bo/12Q72rJrJ