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CRISE; ESTÁ SÓ COMEÇANDO






Crise política, crise econômica; uma provoca outra e vice-versa, sem contar com a crise moral e de credibilidade que o país já enfrenta, é a palavra chave que comanda o território, enfim estabeleceu-se a crise do serviço público, uma deficiência geral não sobrando nada que funcionasse de forma regular, apenas uma trajetória de imperfeição e a má gestão de toda coisa pública provocou um cals em toda estrutura do pís. País este que continua afundando e chegará, em pouco tempo, ao fundo do poço se continuarmos com esta política medíocre que o partido do poder adota.

O brasileiro não está alheio à crise econômica que atinge o país e respinga em todos os setores. Ao contrário, ele percebe o que está acontecendo a sua volta e começa a refazer os cálculos de gastos e investimento, sejam eles ligados ao trabalho ou às finanças domésticas. O pagamento das prestações das dívidas contraídas nos últimos meses ou no ano passado, além disso, começam a atrasar


Para muitos, também, o cenário atual negativo do país ainda não atingiu seu pico mais alto e o que se observa hoje é apenas o começo de um período negativo. É o que pensam 54% dos internautas brasileiros, segundo revelou pesquisa realizada pelo Conecta (http://conectaibrasil.com.br/), plataforma web do Ibope Inteligência


Para outros 41%, a crise está no meio e só 1% dos entrevistados acredita que esse período está próximo do fim - o que contradiz as projeções lançadas recentemente, de que o problema deve se estender ainda pelo ano de 2016. A pesquisa mostra também que, para 75%, a crise é brasileira e somente 22% acreditam que se trata de uma crise internacional com reflexos no país


A perspectiva para os próximos seis meses também não é das melhores. A maioria das pessoas ouvidas (55%) acha que o cenário vai permanecer o mesmo e 28% dizem que vai piorar. Apenas 12% estão otimistas com o futuro, esperando uma melhora na situação do país.


De acordo com informações divulgadas pelo Ibope Inteligência, olhando para trás, 86% dos entrevistados pelo Conecta afirmam que 2015 está sendo pior do que o ano passado e somente 3% consideram que este ano está sendo melhor do que 2014. A recessão, porém, segundo projeções do mercado, deve se estender até 2016.


Apesar disso, metade dos entrevistados considera que esse é o pior momento pelo qual o Brasil já passou, já que 34% concordam totalmente com essa afirmação e 21% concordam em parte. Sentem, é claro, os impactos da inflação e as dificuldades financeiras que não tinham antes do Brasil mergulhar em um período de recessão.


E quem seriam os responsáveis por fazer alguma coisa para melhorar a situação econômica do Brasil? Para 82%, o governo e os políticos. Já 47% dizem que são os próprios brasileiros e 24% indicam os empresários.

E quem seriam os responsáveis por fazer alguma coisa para melhorar a situação econômica do Brasil? Para 82%, o governo e os políticos. Já 47% dizem que são os próprios brasileiros e 24% indicam os empresários.





Fonte: diHITT







Brasil o país dos desprovidos



Brasil! um país desprovido

Pensava-se que nossa economia fosse intacta, isto é, broze ou ouro. Nunca fosse enfraquecer a ponto de pararmos na maior das crises, e ainda, despreparados, desprovidos e abandonados, pelas autoridades do país, que nos deixam à deriva, totalmente sem perspectivas, amercer das coisas

Do início de 2006 ao final de 2014, o Brasil viveu um longo desvio heterodoxo em sua política econômica, que deixou o país despreparado para lidar com atual piora do cenário internacional para emergentes produtores de commodities.
Em 2005, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, classificou como “rudimentar” o projeto de ajuste fiscal de longo prazo dos ministro da Fazenda, Antonio Palocci, e do Planejamento, Paulo Bernardo. Poucos meses depois, Palocci caía, engolfado por um escândalo, e Guido Mantega assumia a Fazenda. Mantega, com o apoio de Dilma, sobretudo quando esta chegou à presidência, deu uma guinada heterodoxa na política econômica, que explica porque hoje o Brasil está novamente vulnerável e não pode fazer política fiscal e monetária ant-cíclica para enfrentar um dos piores momentos econômicos das últimas décadas.


No longo desvio da política econômica brasileira, ao classificar em novembro de 2005 como “rudimentar” o plano de ajuste fiscal de longo prazo dos ministros da Fazenda, Antonio Palocci, e do Planejamento, Paulo Bernardo. Em termos políticos, era um momento de alta tensão. O Mensalão já havia estourado, e Palocci começava a receber os primeiros respingos do seu próprio escândalo. Em agosto de 2005, seu ex-assessor, Rogério Buratti, acusara o ministro
de ter recebido uma mesada de R$ 50 mil de empreiteira, enquanto prefeito de Ribeirão Preto em 2001 e 2002 Na economia, vivia-se ainda o ajuste iniciado em 2003, com política monetária dura (a Selic chegou a 19,75% no ano do Mensalão), que levou a um crescimento de 3,2% do PIB em 2005 – em tempos em que isto não era considerado nada grande coisa. O aperto monetário funcionou, e a inflação desceu de 7,6% em 2004 para 3,2% em 2006. No lado fiscal, o superávit primário atingiu 3,8% do PIB, seu maior nível histórico. Com balança comercial fortemente superavitária (fechou 2005 com saldo positivo de US$ 44,8 bilhões), o saldo em conta corrente em 12 meses chegou a tocar a marca de 2% positivos ao longo de 2015.

Olhando retrospectivamente, fica claro que em 2005 o Brasil estava concluindo uma longa e penosa fase de ajustes, preparatória para os anos de ouro do segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Uma enérgica e inteligente agenda de racionalização microeconômica nos dois primeiros anos do governo do ex-presidente reforçava os alicerces para o ciclo de felicidade que estava por vir. E, claro, a alta das commodities que já ajudava o País desde os primeiros anos da década completava o quadro.
política, porém, complicava-se cada vez mais. Em março de 2006, abatido pelo escândalo, Palocci era substituído por Guido Mantega no ministério da Fazenda. O prestígio de Dilma aumentava, dando início ao processo de acúmulo de capital político que faria dela a sucessora de Lula


Veja
Políticos e Propinas
Fortaleza de bikes novas estilo europeu....;

Os médicos, as galinhas e os cubanos

Médicos cubanos e a aceitação no Brasil, estoura as leis contra ao preconceito
De Fco Mendes 02/07/2013

Desordem no galinheiro

Breve cena da vida privada. Pela manhã, escuto no rádio que chegaram os primeiros médicos estrangeiros. No trabalho, colegas conversam a respeito. Um sugere que é estratégia para dar grana ao Fidel. Penso em replicar que as coisas são mais complexas mas, nesse momento, liga minha mãe.

Chorosa, pergunta se eu poderia ajudar a fazer uma denúncia contra um médico que desmarcou sua consulta por duas vezes e, na terceira, deixou-a esperando duas horas até ser atendida. No sábado, soube de uma menina que, atropelada, faleceu após aguardar três horas por atendimento em um hospital.

Breve cena da história. Logo após a Primeira Guerra, um naturalista norueguês chamado Thorlief Schjelderup-Ebbe decidiu passar uns tempos na fazenda de seus pais. Ao cuidar do galinheiro, notou que ali havia hierarquia: algumas galinhas comiam primeiro os grãos despejados em um pote; saciadas, abriam espaço àquelas no segundo nível da hierarquia; por fim, quem estava na base ficava com as sobras. Tudo bem ordeiro.
Ele chamou essa estrutura de “ordem de bicadas” (pecking order).
Então Thorlief decidiu fazer um teste. Trouxe uma nova galinha para o galinheiro e ficou observando. Queria ver onde ela se colocaria nessa pirâmide social. Teve uma surpresa: todas as galinhas começaram a brigar entre si na hora da comida.
Ele percebeu que, com a chegada da nova galinha, todas as outras ficaram inseguras e passaram a atacar as demais para confirmar a manutenção de seu status. Afinal, se a nova moradora conquistasse boa posição na hierarquia, empurraria alguma galinha para baixo. E quem seria? Nenhuma delas estava a salvo, e era bom deixar claro às outras que não seria vítima fácil.
Por outro lado, aquelas na base da pirâmide, aproveitando a confusão, tentaram galgar alguns degraus, abrindo caminho com bicadas. As galinhas que estavam no topo sentiram o perigo, e passaram a bicar também.
O resultado é que todas se machucaram. Algumas galinhas ficaram praticamente sem penas.
Thorlief  descobriu que, no mundo das galinhas, há uma divisão entre aristocratas e plebeus. E que um pacífico galinheiro pode ser um campo de batalha, com a chegada de, digamos assim, estrangeiros. Essas conclusões de Thorlief  foram melhor desenvolvidas posteriormente por outros especialistas, auxiliando a compreender o  comportamento de grupos sociais e, até mesmo, de sistemas financeiros.

Sociedade empoleirada

E eis que chegaram os médicos estrangeiros. São a nova galinha de nosso galinheiro. Mesmo que eles desejem (e desejam, acredito) apenas trabalhar em paz, sua mera presença causa alvoroço não apenas entre aqueles que estão no topo da ordem das bicadas, mas nos membros de todos os estratos sociais.
Por mais que sejam bem intencionados (e estão, tenho certeza), sua mera presença desperta velhos fantasmas da sociedade brasileira, e faz com que profundos preconceitos aflorem até a superfície. O pessoal da esquerda e da direita se prepara para a luta. Todos sobem em seus poleiros.
E, para complicar tudo, é com a chegada dos médicos cubanos que a sociedade se dá conta de um detalhe que, até então, passou despercebido: parte desses médicos vindos de Cuba possui a pele parda ou negra.
A vergonhosa verdade é que muita gente no Brasil não está habituada a ver médicos com tal fenótipo. Muita gente está acostumada a ver pessoas com pele parda ou negra exercendo apenas outros tipo de atividades. Foi o que uma jornalista potiguar, agora célebre, revelou em um “inocente” comentário:
Imaginem: a cereja do bolo da sociedade brasileira, o status de médico, pertencendo a pessoas com a mesma cor de pele daqueles que, infelizmente, há séculos ocupam o andar de baixo da hierarquia social. Isso incomoda muita gente, mesmo quem gosta de pensar em si próprio como alguém sem preconceitos.
É por tal razão que a cena de jovens brancas, com unhas bem feitas e reluzentes anéis, vaiando um homem negro de mais idade, causa uma perturbação que ultrapassa os limites da discussão sobre a saúde no Brasil.
Imaginem: a cereja do bolo da sociedade brasileira, o status de médico, pertencendo a pessoas com a mesma cor de pele daqueles que, infelizmente, há séculos ocupam o andar de baixo da hierarquia social. Isso incomoda muita gente, mesmo quem gosta de pensar em si próprio como alguém sem preconceitos.
É por tal razão que a cena de jovens brancas, com unhas bem feitas e reluzentes anéis, vaiando um homem negro de mais idade, causa uma perturbação que ultrapassa os limites da discussão sobre a saúde no Brasil.

Se em apenas um dia já houve toda essa confusão, imaginemos o que está por vir. É possível que esse médicos estrangeiros sejam perseguidos por seus colegas durante o desempenho de suas atividades, e mesmo por aqueles que desempenham serviços auxiliares. É também provável que, nessa briga de galinheiro, todos os preconceitos sociais e ideológicos aflorem para dar um péssimo espetáculo do pior que há em nossa sociedade.
Na balbúrdia que se prenuncia, uma outra teoria poderia nos ajudar a sermos melhores do que galinhas. Mas isso dependeria de uma maturidade que, talvez, não tenhamos ainda enquanto nação.

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O balcão de negócios de Brasília e a farra fiscal 

De José Fucs


Em vez de realizar um corte linear de impostos, para beneficiar toda a sociedade, o governo promove "desonerações" no varejo e obriga empresários e políticos a "passar o pires" e jurar vassalagem, para receber as benesses oficiais

Num país como o Brasil, em que o governo abocanha 36,2% do PIB


Inflação brasileira sobe e já é a sexta maior da América Latina 

Venezuela lidera ranking com inflação de 20%; em seguida aparecem Argentina e Haiti. Em 2006, inflação brasileira era a quarta menor 
Guido Mantega

A inflação no Brasil, que atingiu 6,15% nos últimos 12 meses, é atualmente a sexta maior da América Latina, em moeda local.
Em 2006, quando foi de apenas 3,14%, o indicador brasileiro era o quarto menor da região, acima apenas de Equador, Chile e Peru.
Hoje, o país com maior inflação, entre 19 analisados, é a Venezuela, onde os preços subiram mais de 20% em 12 meses. Em seguida, aparecem a Argentina (cujos indicadores oficiais são questionados por entidades como o Fundo Monetário Internacional) e o Haiti.  


INSS vai pagar até R$ 4.159,00 ao mês para
famílias de presos em 2013. 


Um trabalhador comum, trabalhando duro, nossos aposentados  em nosso país ganha a mixaria R$ 678,00 

um presidiário comum, que fica vendo TV, assistindo ao big brother ou à fazenda tem um salário de R$ 981,79 bem superior ao do trabalhador. E agora com correção e algumas mudanças, pode chegar a R$ 4.159,00 é o benefício que alguns irão receber, visto isso, não parece uma boa ideia ser trabalhador honesto no Brasil; mas, nem por isso, devemos deixar de sermos cidadãos, ainda que não sejamos valorizados.

A partir de fevereiro, famílias de presos poderão receber até R$ 4.159 ao mês do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) pelo auxílio-reclusão. O valor do benefício varia de acordo com a contribuição do segurado à Previdência Social e parte de um salário mínimo (R$ 678). Entenda as regras de concessão no quadro abaixo. 

O teto do auxílio é o mesmo da aposentadoria e segue a correção prevista em lei. No ano passado, o valor máximo era de R$ 3.912, mas acaba de ser corrigido em 6,2% pelo INPC(Índice Nacional de Preços ao Consumidor) para quem ganha acima de um mínimo em 2013.

Você acha que o benefício é justo?
Presos famosos

Do total de 549.577 presos em todo o País, apenas 38.362 recebem o auxílio-reclusão. Eles custam R$ 37,6 milhões ao mês aos cofres da Previdência Social, informa o próprio órgão. O valor médio pago às famílias dos detentos é de R$ 981,79 mensais. Leia mais  



  O ano de 2013 não começou muito bem,  com um reajuste pífio do salário mínimo de R$ 678, para a tristeza de milhões de aposentados.
Esse valor corresponde, mais ou menos, ao que ganha, por dia, um ministro qualquer em Brasília. É de lá que saem as cruéis decisões quanto ao menor percentual possível para o aumento do salário mínimo, visto que o governo não quer gastar muito com esse detalhe secundário, pois despenderá bilhões de reais com a Copa do Mundo e com outros ralos de dinheiro público.
Enquanto isso, indiferentes a tudo e a todos, os políticos passeiam pelos corredores do Congresso, fartando-se de caviar regado a champanhe, já que o povão se contenta com mortadela e guaraná.  


Enquanto 2014 não chega, o país vai se organizando aos poucos para a copa, o maior evento mundial, que ficará na história
e em sua bagagem. Mas,enquanto isso, vários setores serão, como sempre, esquecidos como: segurança, educação e saúde, este último já completamente estagnado, graças às administrações públicas e à competência do SUS, já não existe esperanças de conserto, para as pessoas que são sujeitas a estas circunstâncias, jamais terão expectativa de consenso com uma saúde organizada.
    










        Dois anos de fiasco econômico  

A presidente Dilma Rousseff completa meio mandato com um balanço econômico assustador - dois anos de produção estagnada, investimento em queda, inflação longe da meta, exportação emperrada e contas públicas em deterioração. Desemprego baixo e um consumo ainda vigoroso são os dados positivos, mas insuficientes para garantir a reativação de uma indústria sem músculos para disputar espaço nos mercados. Sobram palavras: um discurso triunfal sobre um "novo modelo macroeconômico", baseado em juros mais baixos e câmbio menos valorizado, promessas de grandes obras de infraestrutura e de reformas de amplo alcance. De concreto, houve a redução dos juros, o que certamente contribuiu para o aumento da popularidade de Dilma. Um balanço provisório basta para mostrar o alto custo dos erros cometidos em dois anos pelos condutores da política econômica, liderados, é bom lembrar, por uma presidente voluntariosa.
O crescimento econômico deste ano está estimado em torno de um por cento por economistas do Banco Central (BC), do mercado financeiro e das consultorias mais importantes. Esse resultado seria ruim em qualquer circunstância, mas no caso brasileiro há uma circunstância especial. No ano anterior o Produto Interno Bruto (PIB) havia aumentado apenas 2,7%. O País perdeu o passo entre os emergentes de todo o mundo. Este detalhe é importante, porque desqualifica as tentativas de atribuir o mau desempenho brasileiro à crise global, ao tsunami monetário criado pelos bancos centrais do mundo rico e à má vontade dos deuses.
Veja na íntegra em o estadão



POLÍTICA

Miriam Leitão
O ano que não esquentou, por Miriam Leitão     

Seria um reflexo no espelho do ano anterior. Essa era a aposta geral. O ano de 2012 começaria frio mas esquentaria ao longo dos meses e trimestres e terminaria dezembro num ritmo de 4%; o oposto de 2011. Mas os indicadores foram decepcionando.
O país estagnou, a indústria encolheu, o calote aumentou, a inflação permaneceu alta e o país investiu muito pouco.

             ALERTA 2013, POR CRISTÓVÃO BUARQUE


O ano de 2012 termina com o país apresentando seu menor índice de desemprego da história, os turistas brasileiros gastando 20 bilhões de dólares no exterior, a desigualdade diminuindo e o salário médio do trabalhador subindo.
Quase tudo permitiria fazer do último artigo do ano um momento de celebração. Mas, ao invés de um tradicional Feliz Ano Novo, é mais correto alertar para os riscos adiante.
A inflação mostra sinais de sair do controle. A taxa seria ainda maior se não fossem as medidas artificiais de controle de preços, que não podem durar muito, e vão cobrar um preço alto quando se esgotarem como, por exemplo, a repressão ao preço do combustível, que desequilibra financeiramente a Petrobrás. 

O reduzido desempenho do PIB tem características estruturais que dificilmente serão superadas de maneira estável, se a economia não for capaz de fazer duas inflexões.

Facebook

Algumas mensagens no Facebook passarão a ser cobradas 
Quer falar com alguém que não é seu amigo na rede? Você pode pagar um dólar por mensagem

Se você usa o Facebook, deve ter reparado que, a partir do dia 20 de dezembro, quinta-feira, algumas configurações de privacidade foram alteradas por lá. Entre elas, agora é possível controlar quem manda mensagens para você, impedindo que você receba spams ou recados de desconhecidos.